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Tiago Curioni x Curioni

  • Foto do escritor: Tiago Curioni
    Tiago Curioni
  • 11 de ago.
  • 2 min de leitura

Como tudo começou


Essa história começa há alguns anos, quando, recém-formado, decidi empreender. Trabalhava durante o dia, no horário comercial, em escritórios de arquitetura e, no pós-laboral, me dedicava a projetos particulares, de clientes que garimpava a preço de ouro e muito suor. Muitas vezes, eram trabalhos pro bono, nos quais eu buscava conquistar meu lugar ao sol.

Essa empreitada rendeu frutos e batizei meu primeiro escritório de Estúdio Cobogó, em referência ao conhecido bloco de cerâmica, admirado por sua sofisticação estética aliada ao baixo custo. O plano deu certo: em pouco tempo, eu tinha uma carteira de clientes robusta, suficiente para me garantir até um ano sem precisar buscar novos projetos.



O nascimento das primeiras peças de design


Com meus clientes, estabeleci um acordo de cavalheiros: eles me permitiam criar e desenhar móveis livremente para os projetos, ficando a seu encargo apenas financiar a execução. E, convenhamos, que cliente não toparia uma proposta dessas?

Assim, inúmeras peças surgiram quase por acaso, sem nenhuma pretensão de se tornarem uma linha de produtos comercializável. Minha intenção era apenas criar um mobiliário que “ficasse bonito na foto”, evitando que os clientes levassem para o projeto móveis antigos e desgastados. Uma troca justa!



O primeiro convite para uma exposição


Pouco tempo depois, com alguma exposição dessas peças nas obras em andamento, recebi meu primeiro convite para uma importante mostra de design autoral. Sem entender muito bem onde estava me metendo, aceitei participar. Isso foi em 2016 e, de lá para cá, surgiram muitas outras exposições e oportunidades — tanto de apresentar trabalhos solo quanto de integrar coletivos — em galerias, leilões e concursos.


Aliás, os concursos merecem um post à parte: foram uma verdadeira escola e, até hoje, levam o trabalho da Curioni mundo afora.


A “briga” entre Tiago Curioni e Curioni

Com o passar do tempo, convites de fábricas e galerias começaram a chegar, com propostas para assinar produtos. Era um novo capítulo, que abriu um mundo de possibilidades. Sempre fui um “designer mão na massa”: criava, comprava material, produzia, soldava, pintava, embalava e, ufa, entregava. A famosa empresa de um homem só.


Mas, ao desenhar meu primeiro produto para ser produzido por terceiros, percebi que minha responsabilidade naquele momento era outra: não apenas criar, mas comunicar isso ao mercado.



Curioni: marca própria e coleções exclusivas


Hoje, o estúdio Tiago Curioni desempenha um papel importante na comunicação dos produtos criados em parceria com empresas, assumindo o compromisso com a direção de arte, o posicionamento e a estratégia de comercialização no mercado.


Já a Curioni se tornou nossa marca própria: produtos desenhados por mim, Tiago, exclusivamente para a Curioni. Best-sellers como a Cadeira Velvet, a Poltrona Fartura e o Cabideiro Dorsal figuram entre os destaques — e você só encontra essas peças conosco.


Poltrona Fartura
Poltrona Fartura

Conheça mais dos nossos produtos, navegando pelas diferentes categorias do site, ou pelo Instagram: @tiagocurioni









 
 
 

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